Meu Choro
Meu choro
É em Silencio
Minha Dor
Machuca alto
Minhas desculpas
Serão em ações
E em nossos corações
Pra sempre se amar
Nunca se Magoar
Sempre perdoar
E terminar
Somente com essa
Saudade no ar
Autor; Douglas Almeida Vergilio
Poéme Visage
segunda-feira, 28 de maio de 2018
terça-feira, 27 de março de 2018
Enfrentar-se - Douglas Almeida Vergilio
Poema retirado do Livro; A Tortura doamdor / de Douglas Almeida Vergilio
Poema é de um livro que será publicado futuramente...
Enfrentar-se!
Segurou meu braço
Como se fosse arrancar
Olhou nos meus olhos
Como se fosse me matar
Era o Homem perfeito
Mas do tempo acabou sendo feito
O diabo a me atormentar
Quem é esse quem eu jurei amar?
Se revelou diante de mim
Maltratando
Derrubando
Meu castelo de marfim
As palavras
Deferidas a mim
Doeram mais do que as feridas
Que em meu corpo apareceu
Pelos tapas
Socos
Chutes
Que me deu
Cheguei até pensar;
Se o amor for assim
Prefiro me matar
E acabar
Com essa dor
Esse ódio e rancor
De achar que vai melhorar
Que um dia vai terminar
E ele ira me amar
A saída?
Foi enfrentar
Lutar
Encorajar
Falar pra mim mesma
Que isso não é amar
Dar um basta no meu sofrimento
E dizer que essa escolha feita
Foi a melhor que eu podia tomar
Me ama!
Me abraçar!
Me enfrentar!
Viver!
Poema retirado do Livro; A Tortura DoamOR / de Douglas Almeida Vergilio
Poema é de um livro que será publicado futuramente...
Poema é de um livro que será publicado futuramente...
Enfrentar-se!
Segurou meu braço
Como se fosse arrancar
Olhou nos meus olhos
Como se fosse me matar
Era o Homem perfeito
Mas do tempo acabou sendo feito
O diabo a me atormentar
Quem é esse quem eu jurei amar?
Se revelou diante de mim
Maltratando
Derrubando
Meu castelo de marfim
As palavras
Deferidas a mim
Doeram mais do que as feridas
Que em meu corpo apareceu
Pelos tapas
Socos
Chutes
Que me deu
Cheguei até pensar;
Se o amor for assim
Prefiro me matar
E acabar
Com essa dor
Esse ódio e rancor
De achar que vai melhorar
Que um dia vai terminar
E ele ira me amar
A saída?
Foi enfrentar
Lutar
Encorajar
Falar pra mim mesma
Que isso não é amar
Dar um basta no meu sofrimento
E dizer que essa escolha feita
Foi a melhor que eu podia tomar
Me ama!
Me abraçar!
Me enfrentar!
Viver!
Poema retirado do Livro; A Tortura DoamOR / de Douglas Almeida Vergilio
Poema é de um livro que será publicado futuramente...
domingo, 18 de fevereiro de 2018
No dia em que o Ódio com ódio acabar...
No dia em que o ódio
Com o ódio acabar...
Com o ódio acabar...
A violência
Com a violência terminar...
Com a violência terminar...
A raça humana
Extinta estará...
Extinta estará...
A morte
De luto estará!
De luto estará!
Não existirá
Mais nenhum ser humana
Para ceifar!
Mais nenhum ser humana
Para ceifar!
Douglas Almeida Vergilio
Poema inspirado na frase;
No dia em que o ódio acabar com ódio, a violência acabar com a violência, a raça humana estará extinta...
Douglas Almeida Vergilio
18/02/2018
Douglas Almeida Vergilio
18/02/2018
sábado, 3 de fevereiro de 2018
Apontam para você - Douglas Almeida Vergilio
Te adimiro,
Em todas
As formas
De todos
Os jeitos
Em todos
Os momentos
Me encanto
Em cada detalhe
Em cada curva
Em cada sentimento
Que descubro
Toda vez que te olho
Que te sinto
Quando te toco
Se meu coração
Fosse uma bússola
Meu
Norte
Leste
Oeste
E Sul
Apontaria para você
Euteamoassim
Autor; Douglas Almeida Vergilio
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
Moça, Me diz - Douglas Almeida Vergilio
Moça,
Me diz,
Me fale,
Me informe
Comente
Arrisque
Oriente
Me mostre
Qual caminho
Devo seguir
Para beijar seus lábios?
Sentir seu cheiro!
Dormir em seu abraço!
Dançar aquela dança
Que terminou pela metade
No sol poente
Que se foi tarde
E se for pura bondade
Deixa eu te amar loucamente
Novamente
Até o infinito acabar
Autor; Douglas Almeida Vergilio
Me diz,
Me fale,
Me informe
Comente
Arrisque
Oriente
Me mostre
Qual caminho
Devo seguir
Para beijar seus lábios?
Sentir seu cheiro!
Dormir em seu abraço!
Dançar aquela dança
Que terminou pela metade
No sol poente
Que se foi tarde
E se for pura bondade
Deixa eu te amar loucamente
Novamente
Até o infinito acabar
Autor; Douglas Almeida Vergilio
Aquela Flor - Douglas Almeida Vergilio
Aquela
Flor
Sutil flor
No canto da orelha
Separando o cabelo
Chamou-me atenção
Para a razão
Uma flor
Rosa e vibrante
Me fez querer ser seu amante
E perder o sentido
Te beijar o quanto for preciso
E ganhar o teu amor
Aquela flor
Na canto do seu rosto
Me fez sentir o gosto
De querer te tocar
O rosto acariciar
Sentir o perfume exalar
Provar
O que Seus lábios tem
E ver também
Que nascemos
Para nos amar
Autor; Douglas Almeida Vergilio
Flor
Sutil flor
No canto da orelha
Separando o cabelo
Chamou-me atenção
Para a razão
Uma flor
Rosa e vibrante
Me fez querer ser seu amante
E perder o sentido
Te beijar o quanto for preciso
E ganhar o teu amor
Aquela flor
Na canto do seu rosto
Me fez sentir o gosto
De querer te tocar
O rosto acariciar
Sentir o perfume exalar
Provar
O que Seus lábios tem
E ver também
Que nascemos
Para nos amar
Autor; Douglas Almeida Vergilio
terça-feira, 16 de janeiro de 2018
Quem nunca consegui enganar - Doulas Almeida Vergilio
O que é isso?
Esse aperto
No peito
Que faz chorar
Como pode?
O anseio
O desejo
E não conseguir falar
É tão fácil
Negar a dor
Sorrir com rancor
E fingir que está tudo bem
Se veem com desdém
Quando se sente o mesmo
Se acorrentam o coração
E brincam com a razão
Se bater de frente
Olho no espelho
Vejo e revejo
Quem eu nunca
Consegui enganar
Autor; Douglas Almeida Vergilio
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